Escritório anuncia sua nova área de atuação: Direito do Trabalho

Sempre atento às transformações do mundo do Direito, em que o Direito do Trabalho apresenta-se repleto de novidades, o Giamundo Neto Advogados inaugura sua nova área de atuação, e o faz na perspectiva de manter a excelência com a qual atende aos seus clientes nos demais ramos do Direito.

Apresentamos, hoje, o Dr. Luiz Fernando Plens de Quevedo, profissional com sólida formação acadêmica – graduação, especialização e mestrado sempre pela USP -, profissional que traz consigo mais de 15 anos de robusta experiência na área, aperfeiçoada nas mais renomadas bancas trabalhistas especializadas na vertente empresarial do Direito do Trabalho, sempre a ostentar o reconhecimento pleno do mercado jurídico – The Legal 500 – Labor Law 2017.

Nosso sócio trabalhista vem acompanhado por sua equipe de confiança, tudo isso para manter, agora no Direito do Trabalho, toda a capacidade e reconhecimento já demonstrado pelo Giamundo Neto Advogados nas diversas áreas em que atua.

Além da gestão da área Trabalhista do Giamundo Neto Advogados, o Dr. Luiz Quevedo ainda é professor universitário em cursos de pós-graduação e autor de diversos artigos acadêmicos e técnicos jurídicos, sendo os mais recentes reproduzidos abaixo:

Estado do Rio de Janeiro passa a exigir “Programa de Integridade” para as empresas contratadas

por Diogo Albaneze

O Governo do Estado do Rio de Janeiro publicou, no dia 18 de outubro de 2017, a Lei Estadual nº 7.753/2017 que estabelece a obrigatoriedade das empresas que contratarem com a Administração Pública Estadual (em contratos com valores superiores ao da modalidade de licitação por concorrência) possuírem um Programa de Integridade.

O referido Programa, que está alinhado com os preceitos instituídos pela Lei Anticorrupção (“Lei nº 12.846/2013”), consiste no conjunto de mecanismos e procedimentos internos de “integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes com o objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública do Estado do Rio de Janeiro” (art. 3º da Lei Estadual nº 7.753/2017).

O Programa de Integridade tem como foco principal medidas anticorrupção, objetivando, sobretudo: i) a proteção da Administração Pública de atos irregulares que possam levar a prejuízo financeiro; ii) garantir a execução de contratos entre o público e o privado em conformidade com a lei; e iii) obter melhores desempenhos nas relações contratuais (artigo 2º da Lei Estadual nº 7.753/2017).

A sua implantação no âmbito da pessoa jurídica contratada dar-se-á no prazo de 180 (cento e oitenta) dias corridos, a partir da data de celebração do contrato (art. 5º da Lei Estadual nº 7.753/2017).

De modo a dar efetividade a esta política anticorrupção, a empresa que não constituir o Programa de Integridade, nos termos estabelecidos na Lei Estadual nº 7.753/2017, ficará sujeita à multa de 0,02% (dois centésimos por cento), por dia, incidente sobre o valor do Contrato – até o limite de 10% do valor do contrato (art. 6º da Lei Estadual nº 7.753/2017).

Escritório é destaque no DCI

O jornal DCI publicou matéria de destaque sobre a história do escritório, áreas de atuação e perspectivas para os próximos anos. A banca, segundo o sócio Giuseppe Giamundo Neto, aposta na retomada da infraestrutura a partir do segundo semestre de 2018, o que trará consigo uma mudança das atividades jurídicas atualmente preponderantes (administração de passivos e litígios envolvendo créditos) para a assessoria no desenvolvimento de novos projetos.

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